
Um simples comercial de cerveja pode ser uma obra de arte, uma obra filosófica de valor inenarrável, um pedaço de sabedoria de um monge mongol de 150 anos? Pode, vejam este comercial de cerveja que resume tantas coisas da vida. Os imóveis estão em um estado neutro, chato, tedioso. Então alguém aprende uma maneira de fazer as pessoas pagarem mais, vamos fazer propaganda e vender um sonho. Aí todos começam a comprar novas casas, apartamentos, hipotecam o que tem para comprar mais e mais, todos estão ricos, todos se divertem, mas em algum momento, alguém deixa a garrafa cair, acabou a festa, acabou a cerveja, ninguém mais compra nada. Acabou tudo. Mesma coisa para o mercado de ações, mesma coisa para o mercado de internet, mesma coisa para o mercado da VIDA. Este comercial, meus amigos, é uma obra tão ou mais completa que todos os volumes de Marx.
2011-01-05T23:55:28.000Z
Alemanha, década de 70. Um grupo de pessoas se reúne para fazer revolução contra um Estado que acusavam ser Facista. Liderados por Andreas Baader fundaram a RAF (Fração do Exército Vermelho), organização que matou militares e civis, destruiu patrimônio público e privado, e teve fim oficial somente em 1998 após 28 anos de existência. O filme The Baader Meinhof Komplex se baseia na obra de Stefan Aust, um trabalho de 3 anos que, segundo o autor, foi muito bem transposto para as telas do cinema, e também mostra o que foi o grupo Baader Meinhof com a \”verdade histórica\”. Este nome foi atribuído ao grupo pela mídia. Baader foi o líder do grupo, e Meinhof provém de Ulrike Meinhof, uma conhecida jornalista alemã de extrema esquerda que abraçou as ações de luta armada. O filme começa num dos eventos que motivou o começo daquele grupo, durante uma visita do Xá Iraniano em Berlim, estudantes protestavam e um deles acabou sendo morto pela polícia. Grudun Ensslin, namorada de Andreas Baader e também cabeça do grupo, escreveu o seguinte sobre o episódio:
Eles vão nos matar a todos. Vocês agora sabem o tipo de porcos contra os quais nós estamos lutando. Esta é a geração de Auschwitz. Você não pode dialogar com as pessoas que criaram Auschwitz. Eles tem armas e nós não. Nós precisamos nos armar!
Desde a fundação da RAF atitudes claramente terroristas eram tomadas no sentido de combater um Estado que acusavam ser capacho dos imperialistas norte-americanos, os quais estariam assassinando inocentes ou por ação (Guerra do Vietnã) ou por inação (Bilhões passando fome no Terceiro Mundo). Também tinham como base que o Estado Alemão continuava a ser controlado por fascistas, que o nazismo não tinha acabado. Em todas as gerações vão existir grupos de pessoas contrárias a situação, lutando por mudanças. Robert Kennedy, Senador e Ministro da Justiça dos EUA, escreveu na década de 70 sobre a geração dos jovens que segundo ele \”não entendiam\” o que estava acontecendo, e o porque da guerra no Vietnã. Esta mesma geração que deu início ao movimento Hippie deu início a grupos guerrilheiros-políticos como a RAF. Era uma geração de jovens perdidos que não tinham visto os motivos que levaram à Guerra, mas que só viram os horrores causados por ela, e então lutavam pela paz, pregando o amor livre, o uso de drogas, e no caso da RAF, a luta armada. Tanto estranho é ver que o grupo que queria mudar o mundo para melhor levava consigo pensadores como Mao Tse-Tung, a quem é dada responsabilidade pelo \”O Grande Salto\” e depois pela \”Revolução Cultural\”, dois movimentos que mataram pelo menos 50 milhões de chineses, e no caso do segundo, acabou com as instituições de Ensino Superior porque estas seriam \”ninhos\” de contra-revolução. Tanto estranho é ver comunistas fumando cigarros produzidos por empresas multi-nacionais que pagam miséria para trabalhadores que sofrem no cultivo do fumo. Mais ainda no caso do Baader Meinhoff, é por sua origem, jovens que tinham recursos e oportunidades. Apesar de suas ações grotescas, a RAF ganhou força e os nomes dos seus fundadores foram aos poucos tornando-se fortes mitos que traziam mais e mais jovens para a luta. A segunda geração de guerrilheiros da RAF causou tanto terror na Alemanha Ocidental que algumas de suas ações no segundo semestre de 1977 são conhecidas como Outono Alemão. O autor do livro sobre o grupo afirma que o Outono Alemão é para os alemães o que o 11 de setembro é para os Estados Unidos. O filme é fácil no começo mas se torna pesado, 150 minutos de vídeo é um tanto quanto cansativo. Mas recomendo para quem gosta de tentar entender o que se passa na cabeça das pessoas. O destaque do filme é, com certeza, a atribuição de \”culpa\” ao grupo que chegou a ter apoio de 25% dos alemães com menos de 40 anos, e que conta com simpatizantes até hoje. Afinal, Baader Meinhof foi uma organização terrorista, que usou métodos que eles mesmos condenavam, comportamento repetido em muitos lugares do mundo na mesma década.
2010-11-16T20:33:22.000Z
![Livros]
A classificação expõe as pessoas ao ridículo, pois discrimina classes de acordo com suas características. Ao fazer uma classificação envolvendo pessoas, você estabelece padrões de competição entre os classificados. A primeira geração de classificados irá entender as premissas classificatórias, seus motivos e necessidades. Sendo assim, haverá respeito entre os classificados na primeira geração. Entretanto, geração após geração o que ficará será o documento que dispõe as diferenças. Lembrando que por vezes o documento é um registro tácito — pois se há conceituadores a pôr um cervo como documento, pode-se dizer que há documento em registro tácito, é só uma questão de argumentação em torno de um ou outro fato para provar este ponto, ou qualquer outro ponto. Então depois de um espaço de tempo grande, levando em conta a relatividade temporal na qual estamos presos, só resta a diferença. A diferença apenas existe como Deus existe ao crente. Não necessitam ver, não necessitam de prova alguma. Mas usam como pseudo-prova o documento original, aliado aos registros tácitos. Afinal, o que perdura no tempo é o que está registrado. Neste ponto do tempo a cultura mudou, e a escrita do documento já não é um retrato da sociedade. A classificação que um dia foi criada para preencher necessidades, hoje existe aquém de tais necessidades. As mudanças drásticas que ocorrem em um período grande de tempo relativo destituem os motivos. Passa-se a ter novos motivos e necessidades sobre a classificação que um dia tinha outros motivos e necessidades. É como um castelo de cartas muito bem regido pelo caos. A luta é para manter este castelo em pé. Algum dia o vento sopra e o castelo cai. Todos os conceitos são invalidados, porque não existe mais respeito sequer ao documento que regia toda a classificação original. E como haveria de ser, uma nova classificação aparece. E esta nova, como todas as classificações vem com seu prazo de validade, que é desconhecido. __ Texto old encontrado em pastas perdidas que se salvaram de todas as inquisições e revoluções que aconteceram em vários computadores que já tive. Os arquivos que se salvam são filhos de uma seleção não natural que preservou-os pelos mais variados motivos, isso não significa, porém, que sobreviverão para sempre. Apenas como nós, seres humanos. Adicional por maluquisse: Como suicidar-se sem morrer? Tenho essa idéia fixa de destruir a humanidade para provar a minha fé nela. Quem sabe o Universo tenha sido desenhado a fim de ter uma caótica resolução de problemas matemáticos, ou apenas para proporcionar a beleza de uma imensidão de água banhada por raios dourados de um pôr-do-sol de um lago na Terra. Acontecimento que apesar de indescritivelmente belo não atinge o potencial escalado em uma explosão de uma super nova. Porém ambos, a super nova e a luz solar num lago terrestre, são naturais. A matemática que não é: os números podem até existir, mas contá-los é tarefa humana.
2010-11-01T13:55:52.000Z
Ontem assisti Daybreakers (nome para distribuição no Brasil ficou como \”2019 – O Ano da Extinção\”). O filme mostra a sociedade humana sobrevivendo como vampiros. Em 2009 teria começado a epidemia, e dez anos depois já não restam muitos humanos para alimentar os dentuços. Então os últimos são caçados como bichos para servir de alimento. Diversos aspectos são mostrados, o principal deles é que a sociedade acontece a noite, porque os vampiros se expostos ao sol morrem. Também mostra-se que mesmo vampiros, existem os menos favorecidos, e que são tratados da mesma forma como são hoje. Quando vi o trailer do filme fiquei bem interessado, até escrevi aqui no novo-MUNDO sobre ele dizendo que provavelmente a resistência contra os vampiros seria a parte mais interessante. Errei nessa ideia, porque o melhor do filme foi mostrar justamente que a sociedade humana continuaria, de uma forma ou outra, organizada, e obviamente, os mais ricos continuariam mais ricos explorando primeiro as novas oportunidades. Não é um grande filme como Inception, mas recomendo tanto quanto recomendo o filme das pirações de sonhos. E ah, quem gosta de SANGUE, vai apreciar este filme. 😀
2010-09-04T15:11:31.000Z

Ontem assisti o filme Julie & Julia, que conta duas histórias ligadas por um livro de receitas. Julia Child na década de 50 mora em Paris acompanhando o marido que trabalha na embaixada dos EUA. Julie Powell é empregada em um callcenter que recebe ligações de parentes das vítimas do 11 de Setembro. Descrito na Wikipédia como a primeira grande produção do cinema baseada em um blog, este filme me surpreendeu e fiquei ligado do começo ao fim. A promessa era ver um filme \”de menina\”, acalentado pela ideia de ver comida em muitas cenas, mas o que vi foi um filme muito bem construído, com atuação brilhante da velhona Meryl Strip e para minha surpresa, um bom tanto sobre blog e algumas coisas engraçadas sobre a vida de blogueiros.
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Julia Child: \”Sua avó\”
As histórias correm em paralelo, Julia Child, ao que me parecia, já era profissional no assunto da comida, depois de um tempo de filme descobri que na realidade ela aprendeu tudo. Meryl Strip é assustadoramente excelente neste filme, a risada da Julia Child é épica, tenho que confessar que em todas as cenas que ela ria, eu também ri.

Julie Powell: \”saiu da vida de merda\”
A outra história é de uma mulher comum em uma vida ordinária de merda. Julie Powell não vê futuro na sua situação e acaba se propondo um desafio: 524 receitas em 365 dias. Documentadas em um blog. Amy Adams é quem faz o papel, só conhecia ela no excelente Catch Me if You Can (2002), mas ela já atuou com a Meryl em Doubt (2008). O personagem marido da Julia Child é interpretado por Stanley Tucci, ele e Meryl Strip já haviam trabalhado juntos em O Diabo Veste Prada (2006). O blog original da Julie Powell ainda está no ar e pode ser acessado no endereço http://blogs.salon.com/0001399/. Julie & Julia é um filme sobre comida e blog. E por isso me agradou muito mais do que achei que faria. As vezes é melhor assim, ver um grande filme do qual não se espera muito, do que ver um filme com grande expectativa que não consegue superar, deixando um gosto de dever cumprido e só. Para fechar, deixo o trailer do filme, uma participação da Julia Child num programa do David Letterman em 1987(~) e uma dica: assista antes de jantar, e depois abuse na comida com muita manteiga. Bon appetit!
Para quem se interessar mais a fundo, uma procurada no Youtube por Julia Child traz muitos videos interessantíssimos!
2010-08-18T11:50:42.000Z
A primeira, da Dave Matthews Band integra o CD Crash. Odiada por muitos e venerada por muitos outros, DMB é música para músicos, mas com um alto potencial de agradar qualquer ouvido mais atento.
A segunda, da Social Distortion, nem aparece como a mais importante de todos os séculos. Vale mais pela letra arrebatadora do que pela própria música. Influência clara para todos os post-punks que chegaram com o tempo, a banda já tem mais de 20 anos.
A terceira e última de hoje, é Madeleine Peyroux. Comparável a Billie Holiday, dispensa comentários com sua voz marcante e jazz de primeiríssima qualidade.
2010-07-08T03:06:24.000Z
![Nada]
\”Nada\”
Desde pequeno sempre fui abatido por respostas prontas do meu pai. Uma delas era quando respondia \”nada\” para uma pergunta qualquer, e em seguida recebia um \”Quem nada é peixe!\”. Entretanto, por algum ruído ou minha desatenção, o que ouvi da primeira vez e nas centenas de vezes que se seguiram era apenas \”nada é peixe\”, minha mente desconsiderou o \”Quem\” todas as vezes, ou quem sabe meu pai não dizia o \”quem\”, o que acho improvável, dúvida tal que terá fim no comentário que ele irá postar por aqui. Enfim, domingo ao chegar em casa acompanhado fiz uma pergunta qualquer e recebi um \”nada\” como resposta, mais que ligeiro busquei retrucar, e veio sem pestanejar \”nada é peixe\” e logo em seguida, como numa explosão de surpresa, um insight, serendipidade, a palavra QUEM deu um tapa em todos os meus sentidos, minha cabeça explodiu e no que restou dela pendurada ao pescoço consegui ver se formar a frase \”QUEM NADA É PEIXE!\”. Nada é peixe, nada é peixe, quem nada é peixe. Anos, foram anos tentando entender qual era o sentido desta resposta, e assim sem esforço algum, sem ensejo, vontade ou desejo o entendimento me acertou como um projétil.
2010-03-09T09:33:45.000Z
![Avatar]![]()
Assisti Avatar no IMAX, e mesmo antes do fim do filme, antes da sua metade, já o odiava completamente. A história é ruim, os personagens são péssimos e a \”mensagem\” passada pelo filme é ridícula. James Cameron usou-se simplesmente do marketing para levar milhões de pessoas aos cinemas, que contemplaram um dos maiores pedaços de merda cinematográfica já produzidos. Assisti Grizzly Man e próximo do fim do filme já pensava em um paralelo entre ele e Avatar. Grizzly Man conta a história REAL de Timothy Treadwell, um ambientalista estranho que teve um lixo de vida comum até se descobrir como amante dos ursos pardos do Alaska, para onde viajou por 13 verões, e nos últimos filmou mais de 100 horas de sua vida em meio a um dos animais mais selvagens da natureza. O que a história de Avatar tem em comum com a história de Timothy?
![Grizzly
Man]
Avatar insistiu em passar uma ligação da natureza com os seres que a habitam, usou-se de símbolos exageradamente explícitos (como o cordão que sai do cabelo dos Na\’vi) para elucidar seu ponto de vista: todos os seres fazem parte da natureza, sendo esta natureza divina por permitir a vida de todos os seres. Aproveitando a liquidação no brechó dos clichês, James Cameron resolveu colocar uns militares mercanários expressando o lado malígno do ser humano, é a luta do bem o de mal. Não consigo me abster de comentar os péssimos papéis desempenhados pela força mercenária em Avatar, vai contra a realidade de uma forma bizonha. É falta de respeito da hierarquia, é coronel no estilo rambo que não responde a ninguém, péssimo uso dos recursos bélicos, e tudo mais. Aliado desse péssimo ponto no filme, está o abuso de recusos visuais no planeta Pandora, em que o chão parece um daqueles caros tapetes de dança, que brilham onde são pisados. Totalmente desnecessário. Em resumo, Avatar não passa de mais uma cara propaganda Democrata contra a estereotipada ideologia Republicana. Na verdade Avatar não está alí para passar uma lição sobre vida e natureza, se quer ver isso, assista Grizzly Man. O diretor Werner Herzog usou as imagens que Timothy fez nos verões do Alaska, vivendo em meio aos ursos pardos, para mostrar como é misterioso o caminho que algumas pessoas decidem tomar para suas vidas, e como diz Herzog (que narra o filme) mostrar a própria natureza humana. Não é um filme sobre natureza selvagem, e sim sobre a própria natureza humana e a forma como não nos relacionamos com ela. As imagens de Timothy impressionam não só pela beleza estética das regiões remotas do Alaska, elas são carregadas de significado, como na cena em que uma raposa está brincando em cima da barraca de Timothy. Vejo, portanto, Grizzly Man como sendo um filme bem sucedido na tarefa de mostrar a natureza em sua forma pura e divina, sem qualquer ideologia estereotipada. A morte de Timothy Treadwell, comido por um urso, é, não o final da sua jornada, mas a continuidade, e é como Treadwell se torna parte completa da natreza que tanto amou, que no final lhe trouxe uma paz por meio irônico mas esperado. A dica é: fuja de Avatar, e se possível assista Grizzly Man, um ótimo filme que se torna especial por sua história ser real, assim como Into the Wild (2007), que provavelmente a maioria dos leitores deste blog já assistiu.
2010-02-16T16:25:02.000Z
Todos os dias tudo previsível, como era, está. Tudo igual ao que aconteceu ontem, e antes. Não quero dormir, para não acordar nestes mesmos dias.
abril 25, 2010
Não consigo dormir. Minha boca e nariz secam tão rápido com a respiração que posso sentir o gosto do frio que está agora em Curitiba. As coisas não andam tão bem quanto aparentam. Sempre uma questão de aparência/realidade, o mundo não passa de aparências, e daí o conflito das coisas que realmente são e acontecem. Quero culpar o sal da comida, culpar o dia exaustivo, os problemas de trabalho, mas sei que não são estas coisas as quais perambulam pela minha cabeça me deixando preocupado. Sei que não é A, porém não sei se é B, ou C, ou D, e por aí até faltar letras.
Sei que encontro um pouco de paz no aprendizado, mas não consigo aprender o quanto eu gostaria. A disciplina que me falta talvez seja a causa de boa parte da minha angústia.
Os minutos passam, já vai ser completa a primeira hora de sono perdido. Pressa no trânsito, e aqui na cama o que sinto é o frio, angústia, frustração e a boca seca. E a água não resolve.
Não consigo dormir pensando em tudo, pensando no futuro. Pensar no futuro foi, até um tempo, combustível para aprender, para ter vontade que fizesse livros serem folhetos em minhas mãos tão rápido era minha completa leitura deles.
E ninguém resolve. Ninguém ajuda. Alguém tem que resolver? Ajudar? Por que tanto acho que como eu faço com relação às pessoas é como elas tem de fazer para mim? Por que insisto em ser bom, mesmo não parecendo. Aparências novamente.
A falta de vontade me prende. Tudo dói, sem cortes, sem dores, mas dói.
Conversar. Por que é difícil para as pessoas verem que é uma simples conversa do que eu preciso, cadê a amizade que falam por aí. Problemas, tudo traduzem em problemas. Se o mundo está correndo, e você não acompanha, o problema é seu. Faz tanto tempo que não sinto uma ponta sequer de amizade, e incrível, estou cercado de amigos.
Preciso escrever mais, escrever me ajuda a respirar, ajuda a pensar.
Preciso parar de correr. Corri tanto que muitas das coisas importantes ficaram para trás.
Preciso de tempo para pensar e me concentrar nas coisas que me são importantes.
Preciso de uma conversa.
O único laço de felicidade, o que me faz não esquecer de como é viver de verdade, é ela.
maio 28, 2010